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Equitação
..Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria (facsimile ed. 1790)
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Um dos mais completos Tratados de Cavalaria europeus  - uma vasta obra, que contém todos os ensinamentos da equitação ...

"A Luz da Liberal e Nobre Arte da Cavallaria offerecida ao Senhor D. João Principe do Brasil" é um tratado de cavalaria da autoria de Manuel Carlos de Andrade (1755-1817), picador da Picaria Real, publicado em Lisboa, na Regia Officina Typografica, em 1790. Encontra-se organizado num volume dividido em dez livros.

A obra é o mais completo tratado de cavalaria da era do Antigo Regime, e a principal obra do género existente em toda a Europa. É uma vasta obra, que contém todos os ensinamentos da equitação, desde a baixa escola - os andamentos básicos: passo, trote e galope - à grandiosa arte equestre barroca, a alta escola dos séculos XVII e XVIII, especificamente os Ares Altos: o ensinamento de balotadas, capriolas, corvetas, levadas, e pousadas. O autor demonstra conhecer todos os autores anteriores, e não hesita, por vezes, em discordar deles, como por exemplo do Duque de Newcastle.

A obra é, para além do texto, um tesouro gráfico: inclui mais de 90 estampas ou ilustrações. Do ponto de vista tipográfico, o livro é a obra magna da tipografia portuguesa do século XVIII.

Os ensinamentos de equitação rigorosamente codificados nesta obra formam, juntamente com a Coudelaria de Alter, fundada por D. João V em 1748, o novo e magnífico Picadeiro Real construído por D. José em 1762 - onde hoje funciona o Museu Nacional dos Coches.



Conteúdos

Parte I

Moſtra-ſe a razão , por que temos pouca certeza de quem forão os primeiros Inventores da Nobre Arte da Cavallaria : nomes dos melhores Authores , que tratão della: Obrigações civís , que devem obſervar os Pidacores , tanto para ſerem cortezes , e polidos no Picadeiro Real , e nor Picadeiros particulares , como por não ignorarem as ſuas obrigações , e regalias.

Parte II
Moſtra-ſe o modo , com que ſe devem repartir , e tratar os Parques : como ſe devem fazer as raças , recolher , e tratar os Potros , e as Egoas : nomes das cores dos Cavallos : nomes dos ſinaes , que devem ter os bons Cavallos , e quaes os nomes dos máos , de que ſe deve fugir , ſegundo a opinião dos melhores Authores , e creadores de raças : obſervações , que ſe podem fazer para conhecer as idades dos Cavallos , com huma breve noção das partes externas , e internas , de que ſe compõem os ſeus corpos.

Parte III
Breve inſtrucção de alguns principios da Geometria para melhor intelligencia dos termos pertencentes ás lições do Manejo. Modo como ſe devem ſeparar , ou apartar os Potros das Egoas : como ſe devem enlaçar , recolher , penſar , e tratar na cavalhariça , principalmente quando os diſpuzerem para os deitar á guia , pôr-lhes a ſella , e diſpollos para aquelle exercicio , para o qual moſtrão ter mais propensão.
Definições da Geometria. Ibid.
Demonſtração.
Do modo de enlaçar os Potros no Picadeiro.
Do modo de pôr a cilha meſtra nos Potros.
Do modo de pôr a ſella nos Potros.
Moſtra-ſe como devem ſer fabricadas as ſellas , que ſe põem a primeira vez nos Potros.
Utilidades da Guia , e de como deve ſer conſtruida. Ibid.
Modo de deitar os Potros as primeiras vezes á guia.
Do modo de o obrigar as primeiras vezes a paſſar de mão.
Continua-ſe o modo de deitar os Potros á guia.
Fórma , com que ſe deve usar do chambrié.
Do modo de fazer paſſar o Potro de mão , obrigando-o com o chambrié.
Explica-ſe que couſa he Açoute , e o modo de uſar delle.
Do modo de montar o Potro debaixo da guia.
Explica-ſe o modo , com que se devem atar as redeas do cabeção ás cilhas para eſta lição ſer util.
Differença do modo de atar as redeas do cabeção , para formar o Potro na primeira lição do trote.
Leis pertencentes aos movimentos do corpo do Cavalleiro neſta lição.
Leis pertencentes aos movimentos dos Cavallos neſta lição. Ibid.
Defeitos , que concorrem para os Cavallos ſe não poderem formar bem no ſeu movimento , e acção ſobre o circulo.
Differenças do modo de atar as redeas do cabeção ás cilhas , e ſeus effeitos , eſtando o Cavallo capaz de paſſar á lição do galope. Ibid.

Parte IV
Explica-ſe a fórma com que devem diſpôr os Principiantes para montar a cavallo : e as qualidades , de que devem ſer dotados os homens para ſerem bons Cavalleiros. Moſtrão-ſe tambem as que devem ter os Cavallos , em que principiarem a dar liçõ aos Principiantes.

Parte V
Definição dos nomes , que ſão proprios neſta Arte , para com o ſocorro delles poderem os Diſcipulos , livres de confusão , perceber facilmente o que lhes mandão fazer. Nomes das partes de que ſe compõem alguns arreios , e o modo de uſar delles. Moſtra-ſe qual he a origem dos sentidos naturaes dos Cavallos , e fórma com que os Cavalleiros devem ſervir-ſe das ajudas , e caſtigos , para a ſenſação ſer perceptivel aos sentidos do animal : e tambem que couſa he paſſo natural , que couſa he andadura , que couſa he o movimento do trote : modo de formar a lição dos quatro circulos para a direita , e para a eſquerda, ao paſſo , e trote.

Parte VI
Moſtra-ſe qual he a origem do movimento chamado Galope ; e que couſa he a Carreira : Lição dos quatro circulos para a direita , e para a eſquerda : Lição da cara contra a muralha , ou teſta ao muro , ao paſſo , e trote. Que couſa he a Paſſada: Liçõ da garupa ao pilão, ao paſſo, e trote: Lição da volta ao revés, ao paſſo, e trote. Trata-ſe de como ſe paſſeia o Cavallo no ſeu comprimento, e da lição de terra a terra com o freio ſó.

Parte VII
Moſtra-ſe como ſe deve enſinar o Cavallo a galopar com o freio ſó : o modo de lhe enſinar a fazer toda a ſorte de paſſagens de mão : preſtimos das falſas redeas : effeitos , que fazem os differentes movimentos da mão da redea em todo o corpo do Cavallo : Lição de Terra á terra , trabalhando-o com o freio ſó : lição da volta ao revés tambem com o freio ſómente : e lição do meio ar ſó com o freio.

Parte VIII
Trata-ſe do modo com que se deve obrigar qualquer Cavallo a formar na lição , e acção da Pirueta , e da meia Pirueta para a direita , e para a eſquerda. Fórma com que ſe devem continuar a ajudar os Cavallos entre os Pilões , para ſe diſporem para os ares altos. Moſtra-ſe que couſa he o ar das Pouſadas , e qual o melhor methodo de fazer recuar os Cavallos , obrigando-os o Cavalleiro com o freio ſó : a meſma lição das pouſadas de firme a firme junto ao Pilão do centro. Volta ao revés na acção das curvetas ſobre a direita , e esquerda , tanto ſem Cavalleiro , como depois de montados os Cavallos.

Parte IX
Moſtra-ſe o modo , por que ſe devem enſinar , e diſpôr os Cavallos entre os Pilões , para os formar nas lições dos ares altos ; e como ſe preparão junto ao Pilão do centro de firma a firme para aprender a fazer as Garupadas , as Balotadas , e Capriolas : qualidades , que devem ter os Cavallos deſtinados para eſtes exercicios : e o modo , por que ſe devem fazer toda a ſorte de eſcaramuças , e mais feſtejos pertencentes a eſta Arte.

Parte X
Trata-ſe das qualidades , que devem ter os Cavallos deſtinados para a guerra : razão , por que devem ſeguir alguns ares , e trabalhos da Eſcola : inſtrucções , que devem ſaber os Picadores dos Regimentos para enſinar os Soldados , e os Cavallos delles , ſegundo o Regulamento do Senhor Rei D. José I. ; e como devem ſer exercitados os Cavallos deſtinados para a caça , tanto de viação , como volatil , a fim de ſerem agradaveis , e cómmodos nos ſeus movimentos para os Cavalleiros.
Qualidades , que devem ter os Cavallos deſtinados para a guerra.
Inſtrucções , que devem ter os Picadores dos Regimentos.
Os Picadores devem ſaber pôr em prática as ſeguintes evoluções para adeſtrar os ſoldados com propriedade para ellas.
Para apear , formar a pé , e montar outra vez a cavallo.
Modo , por que devem ſer trabalhados os Cavallos deſtinados para a guerra.
Diſpoſições para os Cavallos ſaltarem vallados , foſſos , e tranqueiras.
Conſtrucção , e coſtumes , que devem ter os Cavallos corredores , que ſervem para a caça.
Movimentos , por que ſe conhece a falta de folgo nos Cavallos.
Modo pelo qual o Senhor Rei D. José I. hia ás caçadas.
Modo por que Sua Magestade ſahia á caça das Lebres.

Características

Autor:

Manoel Carlos de Andrade

Nº páginas:

455  pag. - formato 17x25 cm - capa dura
Facsimile da edição de 1790

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